sábado, maio 21, 2005

filosofia?

Algo continua me intrigando: a partir de quando estamos fazendo filosofia? Será que vez ou outra não nos lançamos no caos, querendo preservá-lo e buscando planos de imanência sem saber disso? É necessário querer fazer filosofia para fazê-la? As vezes me parece que racionalizar nos leva a transcender. Não foi o Wittgenstein que falou que a lógica tem um pé na metafísica?

Aquilo que está entre um pensamento e outro (tecido sobre a qual se debruça a filosofia segundo o Ricardo) não pode ser chamado de intuição?

Intuição: arte? filosofia?

Ao confessar que tenho muita dificuldade de ler e escrever me dá vontade de ler muito e escrever mais. Por puro desafio. Não quero estudar filosofia mas quero experimentar um pouco daquela faísca que risca por traz dos olhos do Ricardo.

O cheiro da imanência instiga a minha constante vontade de experimentar. Começa a espreita, a ronda. O que isso poderá depertar no meus hábitos?

Gostaria de ir até o fim do livro!

Marco

1 Comments:

Blogger Coletividade Nômade said...

Quando fazemos filosofia?
Sim, às vezes nos lançamos no caos para dele sair, preservando-o...
Mas, quando?
Dê exemplos! Relate! Narre!

Racionalizar, num certo sentido, pode ser introduzir a transcendência, sim. Excelente intuição!

Imanência e experimentação: outra excelente intuição!

Por fim, a questão vital: o que tudo isso pode despertar em nossos hábitos? Ou melhor, o que tudo isso pode despertar em nossos atos (pondo um fim em nossos hábitos)?

Temos aqui um plano de discussões para os próximos encontros...

Gostaria de ir até o fim dessa discussão!

6:52 PM  

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